domingo, 21 de agosto de 2011

Novo Blog no pedaço!

Olá pessoal querido e amado do Brasil!!!


Tenho sido super ausente aqui no blog, eu sei, mil desculpas, mas é que a vida tá só a correria. E a novidade do momento é que acabei de criar um novo blog! Porém, a nova versão do Manugrafando é toda em inglês.

E é por isso que eu estou tão empolgada. O novo blog é mais que uma nova experiência, é um desafio para mim mesma, com o objetivo de melhorar a minha escrita em inglês.

O blog já está no ar, crescendo aos pouquinhos, e vou tentar ser bem frequente por lá. E sempre que puder, voltarei para essa versão aqui, porque tem pensamentos e sentimentos que não se traduzem, sabe como é?

Então, dêem um forcinha aqui e frequentem o mais novo baby: http://manugrafando.wordpress.com/

Já sinto as vibrações positivas, obrigada a todos!!!
Beijo grande, amo vcs.


segunda-feira, 18 de julho de 2011

O amor contagia


Se eu disser que tá rolando um clima, eu vou levar um puxão de orelha de cada um deles... Então eu só vou me expressar e dizer o quanto é bonito perceber a felicidade que esta foto transparece.

Vovó e Vovô dançando juntos não tem preço! Como eu pude perder uma cena dessas? Ainda bem que as social networks me ajudam a guardar esses flashes na memória.

Um beijo enorme com muito amor, especialmente pra esses dois, que eu tanto amo.

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Cairns, nossa viagem maravilhosa

Férias! Tem coisa melhor do que se ausentar da realidade, da rotina, e se deixar envolver por lugares encantadores ao lado da melhor companhia do mundo? Assim foi Cairns! Nossa aventura ao que eles chamam de "extremo norte do estado de Queensland" na Austrália, foi decidida de última hora: "Opa! Temos férias! Temos um orçamento x. Vamos pra Cairns! Nada de computador, internet, muito menos facebook. No máximo, o GPS do iPhone pra nos ajudar a explorar o lugar." E lá fomos nós para Cairns.

Acordar às 3h da matina, pegar taxi pra estação de ônibus, que nos levaria até o aeroporto, faz parte da aventura! Vôos às 6h da manhã na ida, e às 2h da manha na volta, também.

Eu não "estudei" Cairns antes de chegar lá. Quando me deparei com a cidade pequena, fiquei muito surpresa. Diferente de Melbourne e Sydney, Cairns é como se fosse uma cidadezinha do interior: onde as pessoas cumprimentam umas às outras no supermercado, onde os arranha-céus não passam de três andares, e pra qualquer canto do horizonte que você olhe, há pequenas montanhas verdes.

Contornando a costa nordeste da Austrália está a Grande Barreira de Corais (The Great Barrier Reef). Corais, que se podem ver de apenas à alguns metros da areia, pelas águas cristalinas. Os peixinhos veêm te dar boas-vindas antes que as águas cubram seus joelhos. Boiando com o corpo no mar, é possível ver o habitat marinho com o snorkel. Mas não ponha os pés no chão, porque pode machucar os corais. hehehe.

Passeando de submarino, fomos mais no fundo, onde foi possível ver kilometros de corais à nossa volta. Peixes curiosos e de diversas espécies nos seguiam. Vimos tartarugas! Mas nada de crocodilos, nem tubarões. 

Os crocodilos, vimos no Zoo. Cada bichão de 5 metros e quase uma tonelada. O treinador disse que esse é o máximo que eles crescem em cativeiro. Porém os crocs do oceano, chegam a medir o dobro. Imagina dar de cara com um bicho desses no mar? Só a boca dele deve ser do nosso tamanho. Ah! E essa história de que crocodilo corre na terra na mesma velocidade que se nada no mar, é mentira viu?! Suas patinhas não suportam o peso para que eles corram. Eles NADAM muito bem. Portanto, caso depare com um bichão desses em terra, apenas corra o mais rápido pra bem longe dele. E essa história de correr em círculos ou zigue-zague, também é papo furado. Não perca tempo, corra o mais rápido que puder! hahaha

Além das praias paradisíacas, Cairns também é conhecida por suas florestas. Fomos conferir uma vila chamada Kuranda, que habita uma população de apenas 1.611 e é cercada por florestas tropicais. A subida é feita de trem, passando por dentro da floresta, apreciando cachoeiras, quedas-d'água e pássaros nativos. A vila é sustentada praticamente por turismo. Tem um parque com grama extensa para relaxar, um corredor de restaurantes, uma feirinha de artesanatos no meio, e cercada por paisagens florestais. 

A "descida" foi feita pelo bondinho, o Skyrail. Digo "descida" porque subimos um monte antes de realmente descer. É um dos maiores teleféricos que eu já ouvir falar. A viagem de Skyrail leva cerca de 1h30. O bondinho sobe, passa pelo rio (daí a gente imagina os crocodilos que podem estar lá em baixo), vai pela floresta inacabável, durante uma hora e meia. Mas graças a Nossa Senhora Protetora Das Pessoas Com Medo de Altura, a viagem tem duas paradas em terra firme, onde a gente desce do bondinho e dá uma volta de 15 minutos na floresta. Mas nada muito selvagem, essas duas paradas são lugarzinhos com trilha de madeira e corrimão, só pra se ver as cachueiras de pontos diferentes. 

O bondinho leva 6 pessoas sentadas. Mas no nosso, só tinha a gente. Tem horas que o bondinho vai tão alto, que é possível ver o mundo inteiro. Kuranda é uma cidadezinha à 25 km de Cairns, e lá do alto, de dentro do skyrail dava pra ver a Grande Barreira de Corais lá no meio do oceano. Quando o vento batia muito forte, o bondinho diminuia a velocidade, e o meu pânico aumentava. Tudo o que eu menos queria era ficar presa ali nas alturas.

Assim como Melbourne, vimos alguns artistas de rua em Cairns. Porém, a banda de blues tocava em um parque rodeado de grama extensa, onde todos apreciavam um solzinho de 25 graus no fim da tarde, deitados na grama, tomando sorvete, na beira do mar.



terça-feira, 28 de junho de 2011

terça-feira, 24 de maio de 2011

O Folheto

"Todos os domingos à tarde, depois da missa da manhã na igreja, o
velho padre e seu sobrinho de 11 anos saíam pela cidade e entregavam
folhetos sacros.
 
Numa tarde de domingo, quando chegou à hora do padre e seu sobrinho
saírem pelas ruas com os folhetos, fazia muito frio lá fora e também
chovia muito. O menino se agasalhou e disse:
 
-Ok, tio padre, estou pronto. '
 
E o padre perguntou:
 
-'Pronto para quê?':
 
-'Tio, está na hora de juntarmos os nossos folhetos e sairmos. '
 
O padre respondeu:
 
 
-'Filho, está muito frio lá fora e também está chovendo muito. '
 
O menino olhou surpreso e perguntou:
 
-'Mas tio, as pessoas não vão para o inferno até mesmo em dias de chuva?'
 
O padre respondeu:
 
-'Filho, eu não vou sair nesse frio. '
 
Triste, o
menino perguntou:
 
-'Tio, eu posso ir? Por favor!'
 
O padre hesitou por um momento e depois disse:
 
-'Filho, você pode ir. Aqui estão os folhetos. Tome cuidado, filho. '
 
-'Obrigado, tio!'
 
Então ele saiu no meio daquela chuva. Este menino de onze anos
caminhou pelas ruas da cidade de porta em porta entregando folhetos
sacros a todos que via.
 
Depois de caminhar por duas horas na chuva, ele estava todo molhado,
mas faltava o último folheto. Ele parou na esquina e procurou por
alguém para entregar o folheto, mas as ruas estavam totalmente
desertas. Então ele se virou em direção à primeira casa que viu e
caminhou pela calçada até a porta e tocou a campainha. Ele tocou a
campainha, mas ninguém respondeu. Ele tocou de novo, mais uma vez, mas
ninguém abriu a porta. Ele esperou, mas não houve resposta.
 
Finalmente, este soldadinho de onze anos se virou para ir embora, mas
algo o deteve. Mais
uma vez, ele se virou para a porta, tocou a campainha e bateu na porta
bem forte. Ele esperou, alguma coisa o fazia ficar ali na varanda. Ele
tocou de novo e desta vez a porta se abriu bem devagar.
De pé na porta estava uma senhora idosa com um olhar muito triste. Ela
perguntou gentilmente:
 
-'O que eu posso fazer por você, meu filho?'
 
Com olhos radiantes e um sorriso que iluminou o mundo dela, este
pequeno menino disse:
 
-'Senhora, me perdoe se eu estou perturbando, mas eu só gostaria de
dizer que JESUS A AMA MUITO e eu vim aqui para lhe entregar o meu
último folheto que lhe dirá tudo sobre JESUS e seu grande AMOR. '
 
Então ele entregou o seu último folheto e se virou para ir embora.
Ela o chamou e disse:
 
-'Obrigada, meu filho!!! E que
Deus te abençoe!!!'
 
Bem, na manhã do seguinte domingo na igreja, o Padre estava no altar,
quando a missa começou ele perguntou:
 
- 'Alguém tem um
testemunho ou algo a dizer?'
 
Lentamente, na última fila da igreja, uma senhora idosa se pôs de pé.
Conforme ela começou a falar, um olhar glorioso transparecia em seu rosto.
 
- 'Ninguém me conhece nesta igreja. Eu nunca estive aqui. Vocês sabem
antes do domingo passado eu não era cristã. Meu marido faleceu a algum
tempo deixando-me totalmente sozinha neste mundo. No domingo passado,
sendo um dia particularmente frio e chuvoso, eu tinha decidido no meu
coração que eu chegaria ao fim da linha, eu não tinha mais esperança
ou vontade de viver.
 
Então eu peguei uma corda e uma cadeira e subi as escadas para o sótão
da minha casa. Eu amarrei a corda numa madeira no telhado, subi na
cadeira e coloquei a outra ponta da corda em volta do meu pescoço.
De pé naquela cadeira, tão só e de coração partido, eu estava a ponto
de saltar, quando, de repente, o toque da campainha me assustou. Eu
pensei:
 
-'Vou esperar um
minuto e quem quer que seja irá embora. '
 
Eu esperei e esperei, mas a campainha era insistente; depois a pessoa
que estava tocando também começou a bater bem forte. Eu pensei:
 
-'Quem neste mundo pode ser? Ninguém toca a campainha da minha casa ou
vem me visitar. '
 
Eu afrouxei a corda do meu pescoço e segui em direção à porta,
enquanto a campainha soava cada vez mais alta.
 
Quando eu abri a porta e vi quem era, eu mal pude acreditar, pois na
minha varanda estava o menino mais radiante e angelical que já vi em
minha vida. O seu SORRISO, ah, eu nunca poderia descrevê-lo a vocês!
As palavras que saíam da sua boca fizeram com que o meu coração que
estava morto há muito tempo SALTASSE PARA A VIDA quando ele exclamou
com voz de querubim:,
 
-'Senhora, eu só vim aqui para dizer QUE JESUS A AMA MUITO. '
 
Então ele me entregou este folheto que eu agora tenho em minhas mãos.
 
Conforme aquele anjinho
desaparecia no frio e na chuva, eu fechei a porta e atenciosamente li
cada palavra deste folheto.
 
Então eu subi para o sótão para pegar a minha corda e a cadeira. Eu
não iria precisar mais delas. Vocês vêem - eu agora sou uma FILHA
FELIZ DE DEUS!!!
 
Já que o endereço da igreja estava no verso deste folheto, eu vim aqui
pessoalmente para dizer OBRIGADO ao anjinho de
Deus que no momento certo livrou a minha alma de uma eternidade no inferno. '
 
Não havia quem não tivesse lágrimas nos olhos na igreja.
o Velho Padre desceu do altar e foi em direção a primeira fila onde o
seu anjinho estava sentado. Ele tomou o seu sobrinho nos braços e
chorou copiosamente.
 
Provavelmente nenhuma igreja teve um momento tão glorioso como este.
 
Bem aventurados são os olhos que vêem esta mensagem. Não deixe que ela
se perca, leia-a de novo e passe-a adiante.
 
Lembre-se: a mensagem de
Deus pode fazer a diferença na vida de alguém próximo a você.
 
Por isso...
 
- Me perdoe se eu estou perturbando, mas eu só gostaria de
dizer que JESUS TE AMA MUITO e eu vim aqui para lhe entregar o meu
último folheto."


-- autor desconhecido

terça-feira, 17 de maio de 2011

Recomendo!


Apesar de jornalista, eu ando bem preguiçosa pra ler. Com os avanços da tecnologia então, mal leio as manchetes dos jornais na internet, ou pelo iPhone. Eu sei, não deveria. Mas eu tenho uma preguiça de ler sempre as mesmas notícias... E a maioria dos livros que eu comecei, não me interessaram o bastante.

Entretando, mergulhei em um livro que esteve entre os best-sellers há mais de ano já. "A Cabana", de William P. Young. Eu sou daquela que não lê aquilo que todo mundo está lendo no momento. Não gosto de entrar na onda, e ler o livrinho da moda. Então, alguns anos depois do lançamento e sucesso deste livro, me deparei com ele lá em casa, no Brasil, e fiquei com vontade de ler.

Fiquei impressionada como este livro descreve bem o jeito que deveríamos nos relacionar com outras pessoas. Eu não vou contar a história aqui, até porque ainda não terminei...
Mas a cada capítulo, percebe-se um ensinamento diferente. Pelo menos tem sido pra mim, e vou dizer pra vocês que estou gostando bastante.

O autor descreve a pureza, o bem, a leveza de como as pessoas deveriam/ poderiam/ melhorariam/ ao tratar o próximo. E ele relata isso de uma forma tão verdadeira, que nos envolve em todo o contexto.

Essa questão de se relacionar com o próximo, é só uma das muitas questões do livro.
Recomendo-o para todas as pessoas em geral, afinal, lidamos com outras pessoas o tempo todo em nossas vidas, seja em casa, no trabalho, na escola, e até na rua.

Um beijo grande, e já com saudades.

domingo, 8 de maio de 2011

Feliz dia das Mães

Feliz dia das Mães pra mamãe mais linda, especial, querida, carinhosa, estilosa, jovem e amada do mundo:

A MINHA!
Mamãe e eu no carnatreva


TE AMO, mãezinha! 
E mesmo estando do outro lado do mundo, desejo um dia das mães repleto de felicidades e amor. Pode ter certeza que o meu amor é capaz de vencer a distância!


"Quantas vezes me sinto perdido no meio da noite
Com problemas e angústias que só gente grande é que tem
Me afagando os cabelos você certamente diria
Amanhã de manhã você vai se sair muito bem

Quando eu era criança podia chorar nos seus braços
E ouvir tanta coisa bonita na minha aflição
Nos momentos alegres sentado ao seu lado, eu sorria
E, nas horas difíceis podia apertar sua mão

Tenho às vezes vontade de ser novamente um menino
Muito embora você sempre acha que eu ainda sou
Toda vez que eu te abraço e te beijo sem nada dizer
Você diz tudo que eu preciso escutar de você..."
(Roberto Carlos)